Trovejos de dor, angustiam a espera
daquela bela.
Traquejos de dor, para a fera
querendo ser dela.
Desejos de prazer, por uma mera
filha de Vênus.
Anseios de ardor por ela
que toma por menos todo meu lirismo
Lirismo que é a poesia de Camões;
Lirismo que é dor que desatina sem doer;
É fogo, que arde sem se ver.
Meu lirismo não tem forma,
meu lirismo não tem fôrma.
É como meu amor.
Um novelo que se desenrola
Na esperança de alguém tê-lo.
Ou pelo menos lê-lo.
Dedicada a: Fabrício Costa
Nenhum comentário:
Postar um comentário